Estar no ventre da impossibilidade
Voar no infinito
Percorrer os campos do improvável
Caminhar pelo desconhecido
Amar o abstrado
Venerar a ilusão
Estando ciente
E com amargura morrer
Digo, encararar a realidade
A melhor aceita
Não a minha e nem sempre a sua
A dos tolos famintos por poder
Os tolos que acham que conquistaram ou conquistarão algo
Será que não sabem que um dia vai acabar
E conquistar o amor, a única eternidade
Não terão conquistado ?
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